2. Paradigmas de acesso a mensagens

A maioria das pessoas não tem as mensagens entregues directamente no computador pessoal, em vez disso confie em um servidor de correio que está sempre ligado, que normalmente é compartilhado por outras organizações e pessoas. Sempre que correio é entregado a uma máquina mas lido numa diferente, há uma necessidade para o protocolo de rede ter acesso às mensagens da máquina do servidor. Uma vez decidida que política tomar sobre os dados das mensagens vão residir permanentemente, Exemplo: num computador pessoal, numa estação de trabalho, servidor departamental, ou central, então a pergunta se faz é: "qual protocolo deve ser usado para ter acesso os dados da mensagem quando é usado uma máquina diferente?" A pergunta aplica para as pastas de mensagem entradas e também às pastas guardadas por cada pessoa. Quando as pastas de mensagens entradas é lida, uma operação comum é guardar a mensagem uma pasta arquivo, assim ambos os conjuntos de dados devem estar simultaneamente disponíveis. Não é uma exigência que o mesmo protocolo seja usado para aceder a ambas as classes de mensagens, mas na maioria dos casos faz sentido que seja.

A escolha de protocolos incluem:
- Protocolos de acesso a sistema de ficheiros remotos genéricos (por exemplo NFS, SMB)
- Protocolos de acesso a aplicação específicas de mensagens (por exemplo POP, IMAP)

Embora esteja tentado a pensar que um protocolo de sistema de ficheiros remoto seja a melhor solução para o problema de aceder a mensagens armazenadas remotamente, existem alguns problemas com essa estratégia:
- Não existe nenhum protocolo de sistema de ficheiros universalmente disponível em todos os tipos de computadores.
- Os protocolos de sistema de ficheiros estão fortemente ligados ao sistema operativo.
- A maioria dos protocolos de sistema de ficheiros não podem endereçar novas linhas e/ou guardar as diferentes convenções entre sistemas operativos já que o sistema de ficheiros do servidor normalmente não é "typed" e então é impossível para um protocolo genérico de acesso a ficheiros determinar quando aplicar conversões com fiabilidade. Assim, o programa cliente de correio está preso ao formato especifico do servidor.
- A protecção de ficheiros e segurança, são assuntos que já provaram serem problemáticos em alguns protocolos de acesso a ficheiros.
- Confiança nos protocolos de sistema de ficheiros podem conduzir a um uso ineficiente da largura de banda, como por exemplo quando, ficheiros inteiros devem ser transferidos através da rede determinar a presença ou ausência de uma cadeia de texto (string) particular.

Em contraste, um protocolo de aplicação-específica:
- Foi pensado para maximizar desempenho para uma aplicação especifica.
- Permite uma divisão lógica de processamento entre o cliente e servidor para minimizar as transferencias de dados na rede.
- Muitas vezes instalado sem privilégios especiais.
- Insola o programa cliente do formato de ficheiros usado pelo servidor.

Consequentemente, o uso de um protocolo de aplicação específico é preferido. Dentro disso categoria, as escolhas são:
- Uma solução proprietária ou de um vendedor específico.
- O protocolo de acesso a mensagens X.400 P7 .
- Um dos três protocolos de acesso a mensagens na Internet.

As soluções proprietárias são rejeitados para todos as razões que tem habitualmente com o facto de ficarem dependentes de uma solução fechadas e normalmente pertencente a um único vendedor.

A solução do X.400 também é rejeitada, principalmente por duas razões: primeiro, o protocolo P7 tem algumas negligências técnicas sérias, mas mais importante, o P7 presume X.400 em vez do uso da tecnologia de mensagens da Internet o uso de outra tecnologia de transporte. A tecnologia X.400 condena os usuários inocentes e gerentes de sistema a lidar com as consequências dos endereços O/R do X.400 e portais para a Internet, nós sentimos que deveria ser evitado a todo custo.

Depois do que foi dito, resta-nos os protocolos de mensagens orientados para Internet que são três: POP, DMSP, e IMAP.

Dos três, o mais antigo e conhecido como o melhor é o Post Office Protocol (POP), que foi definido originalmente no RFC-918 em Outubro de 1984. Tal como os outros dois, o POP passou por várias revisões desde sua primeira encarnação. Até a altura em que a documentação que me baseei foi escrita, a versão é a 3, ou seja POP3 como descrito no RFC-1725, mas posteriormente a esse RFC saiu uma revisão mais recente do POP3 que ficou pendente como um Desenho da Internet. As edições mais recentes incluem suporte para métodos avançados de autenticação e identificadores de mensagem unicos, ambos derivados de trabalho desenvolvido no IMAP versão 4. O POP foi especificamente projectado para suportar o paradigma do acesso offline; porém, com limitações muito significativas, que também se aplicam aos outros dois paradigmas.

O Distributed Mail System Protocol (DMSP) foi definido primeiro no RFC-984 de Maio de 1986. A mais recente revisão está em RFC-1056 de Junho de 1988. Ao contrário do POP, o DMSP não foi amplamente apoiado, e está limitado em grande parte a uma única aplicação, o PCMAIL. DMSP foi especificamente projetado para acomodar, e é conhecido como o melhor para, suporte de operação disconnected.

O Internet Mensagem Acesso Protocolo (IMAP) data de 1986 na Universidade Stanford, no entanto não foi documentado até ao RFC-1064 de Julho de 1988. Sofreu várias revisões desde então, com o IMAP4 (descrito em RFC-1730) sendo a versão atual. IMAP foi projetado originalmente para suportar o modelo de acesso online; IMAP inicialmente significava "Interactive Mail Access Protocol" mas o nome foi mudado em 1993 como esforço de padronização do IETF e melhor reflectir as capacidades actuais oe IMAP. Já que o IMAP é um super conjunto (mas não sintacticamente) das capacidades funcionais do POP, pode suportar totalmente o acesso offline do mesmo modo que o POP o faz, e com adições feitas na versão 4 pode também suportar a operação desconnercted. O IMAP assumiu as funcionalidades do POP e DMSP.

Os restantes textos iram focar-se na comparação dos dois protocolos de acesso a mensagens principais, POP e IMAP, especialmente no que respeita ao seu uso na operação online e disconnected.